Não sei se caso ou se compro uma bicicleta
Não há nada como uma confusão amorosa tríplice para distrair uma mulher de forma que deixe seu hobby favorito em stand-by.
Em tempo normal, tento ser uma mulher independente. Evito muitas concessões. Acho que as pessoas são como são. Em geral, quem faz muitas concessões, cria expectativas de que a outra pessoa acabará mudando, ou oferecendo algo em troca. Ora, se são muitas as concessões, serão muitas expectativas, algumas inevitavelmente frustradas. Mulheres frustradas pelo amor ficam carentes, algumas vezes amargas. E eu, além de chocolate, não quero nada amargo na minha vida. Por isso, no amor, geralmente tento entender o que o outro espera de mim e avalio se quero e posso atender ao esperado.
Agora, e quando não sabemos o que a outra pessoa quer? “Descubra o que você quer”, dizem os amigos, fiéis conselheiros. Não sei. Não sei o que quero. E o tempo está rolando. Se eu não decidir logo, a vida tomará seu próprio rumo. Mas de que adianta decidir sem certeza alguma. Nada mais é do que dar um tiro no escuro.
OBS: comprei um monte de conjuntinhos novos. No próximo post coloco fotos e resenha. A todos os que me escreveram, cobrando minha ausência: muito obrigada pelo carinho. O que seria de mim sem vocês?


22/09/2010 às 9:56 AM
Origem da expressão: Nos idos de 1960/70 alguém chegava em uma roda e lançava: “Não sei se caso ou compro uma bicicleta”. Diante do espanto de todos com frase tão inusitada, completava: “Meu negócio é trepar”. Eu mesmo fez isso várias vezes. Hoje em dia usa-se apenas a primeira frase, sem sentido.
22/07/2010 às 2:59 AM
Ah, e na duvida, compra lingerie (e a bicileta), rs =)
http://www.quickrelease.tv/pix/SloggiCyclingPoster.jpg
23/07/2010 às 9:48 AM
Dok, Na dúvida sempre compro lingerie! muac gato
26/07/2010 às 2:13 AM
Ah, por isso que eu te adoro, Nana!
Bjs e se cuida!
22/07/2010 às 2:54 AM
Oi Nana, enviei um email para você, ok? Bjs.